Equipe de São Leopoldo realiza atendimentos itinerantes em fevereiro

Em fevereiro, o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR) de São Leopoldo promoveu duas atividades do projeto SJMR Itinerante. A primeira ocorreu no espaço da Aldeias Infantis SOS Brasil, em Porto Alegre (RS), e a segunda no município de Venâncio Aires (RS), em parceria com a Associação Migrantes e Refugiados Unidos RS e o ACNUR.

 

Considerado um dos principais serviços da instituição, o SJMR Itinerante é um formato de atendimento no qual as equipes se deslocam até territórios onde há maior dificuldade de acesso a informações e serviços ou realizam atendimentos em espaços de organizações parceiras, com o objetivo de ampliar o acesso a direitos para pessoas migrantes e refugiadas em diferentes contextos.

 

As agendas realizadas no mês reuniram os três setores — Documentação, Meios de Vida e Proteção — e ofereceram orientações e atendimentos conforme as demandas apresentadas pela população.

 

Os atendimentos na Aldeias Infantis SOS Brasil, em Porto Alegre (RS), foram realizados em 11 de fevereiro. A agenda teve como finalidade ampliar a atuação conjunta entre o escritório de São Leopoldo e a instituição parceira. A equipe passou a estar no local na segunda quarta-feira de cada mês, garantindo acompanhamento contínuo.

 

Para Pedro Assunção, da equipe de Meios de Vida, “estar no Aldeias Infantis é de grande importância para que possamos nos aproximar cada vez mais da comunidade migrante e refugiada que reside na capital”. Segundo ele, o contato direto com as pessoas atendidas fortalece o vínculo com a comunidade e contribui para que o espaço se consolide como referência para quem precisa de apoio.

 

A segunda agenda ocorreu em 21 de fevereiro, em Venâncio Aires. Durante a programação, além dos atendimentos individuais, foram promovidas sessões informativas sobre naturalização, oficinas de empregabilidade e atividades de Proteção de Base Comunitária — metodologia centrada no empoderamento e na participação ativa de populações locais, migrantes e refugiadas na gestão da própria segurança e bem-estar.

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