SJMR Porto Alegre participa da organização da 3ª Copa dos Refugiados

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No último domingo,. 18 de agosto, aconteceu no Estádio Passo Da Areia (Porto Alegre), a terceira edição da Copa dos Refugiados, evento realizado pela ONG África do Coração, em parceria como o SJMR Porto Alegre, Associação Antônio Vieira (ASAV), ACNUR – Agência da ONU para Refugiados , Organização Internacional para as Migrações (OIM), Secretaria de Desenvolvimento Social e Esporte de Porto Alegre, Esporte Clube São José, DG Assessoria e Eventos Sodexo, Adra Brasil, e Ponto – Agência de Inovação Social.

A iniciativa tem foco na inclusão social de 200 participantes, migrantes e refugiados de diferentes países: Angola, Chile, Colômbia, Costa de Marfim, Guiné Bissau, Haiti, Líbano, Nigéria, Palestina, Peru, Senegal e Venezuela.

A competição foi vencida pelo time do Líbano, que está classificado para o torneio nacional, que acontece em outubro, no Estado do Rio de Janeiro, quando se disputará o campeonato em nível nacional, juntamente com os vencedores dos torneios regionais realizados nas capital fluminense e, também, em São Paulo, Curitiba, Brasilia e Recife.

Na opinião dos participantes, o evento é uma oportunidade de aprendizado para a vida. Segundo Miguel Kialunda, angolano, morador em Porto Alegre há mais de 20 anos, a Copa dos Refugiados mostra que, assim como dentro das quatro linhas, cabe a cada um ser protagonista da sua história. “O torneio é uma forma dar visibilidade ao tema do refúgio, afastando o esteriótipo de que o migrante e ou refugiado não recebe ajuda quando chega ao país. No futebol, temos times de países diferente, com culturas distintas, mas todos nós necessitamos de ajuda, seja na chegada ou em qualquer outro momento,. Esse apoio que encontramos contribui para que a gente se sinta em casa”, observa.

Para o congolês Jean Katumba, idealizador do campeonato e presidente da ONG “África do Coração” do Coração”, o objetivo do evento é incentivar a troca de experiências entre os povos. “Queremos fortalecer o sentimento de pertencimento a esse país, sabendo que existe lugar para todos e que todos podem agregar de alguma maneira”, afirma.

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