SJMR Manaus assina compromisso com o Pacto Educativo Global

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Com a visita do Diretor Nacional, Pe. Agnaldo Pereira Jr., no escritório do SJMR Manaus, durante os dias 01 e 10 deste mês, foi realizada uma reunião no dia 09 para celebrar e dar boas-vindas aos novos contratados, apresentar o trabalho desenvolvido pela Rede Jesuíta com Migrantes e Refugiados no Brasil, sensibilizar e convidar a equipe local a conhecer e se comprometerem com o Pacto Educativo Global.

A reunião interna de alinhamento e formação com o Diretor Nacional teve o propósito de contribuir com o Pacto Educativo Global e, durante o momento, a equipe do SJMR Manaus assinou o pacto por acreditar que através da educação podemos contribuir com a integração e autonomia de refugiados e migrantes que hoje residem na cidade de Manaus. Além disso, o centro de referência também se compromete em continuar com a oferta de serviços de qualidade, principalmente no que se refere a cursos e treinamentos que possam proporcionar o engajamento e empoderamento dos beneficiários.

Estavam presentes na reunião todos os colaboradores do SJMR Manaus: Karla Gama – Coordenadora, Paula Andrade – Analista financeiro, Tathiana Marques – Analista administrativo, Deivison da Cruz Lima – Assistente Social, Ludimili Lira – Analista Social, Dalila Mesquita – Analista Social, Mikely Tapudima – Analista Social, Nageane Soares – Analista Social, Adriana Pinheiro (Inory Kanamari) – Assessora jurídica, Anne Machado – estagiária de Serviço Social e Mayanne Menezes – estagiária de Administração.

Pacto Educativo Global

O Pacto Educativo Global é um projeto idealizado pelo Papa Francisco que tem o objetivo de gerar mudanças em escala planetária, para que a educação seja um criador de fraternidade, paz e justiça. Uma necessidade ainda mais urgente neste tempo marcado pela pandemia.

O Papa Francisco enumera sete compromissos que devem ser assumidos pelas instituições que aderirem a essa proposta, como: colocar a pessoa em primeiro lugar no processo educativo, ouvir a voz das crianças, dos jovens e da família, investir na educação das meninas, educar para o acolhimento, encontrar novas formas de compreender a economia e a política, assim como guardar e cultivar a casa comum.

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