Promotoras Comunitárias do SJMR Brasil participam da 12ª Conferência Nacional de Assistência Social

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As Promotoras Comunitárias do SJMR Brasil em Porto Alegre, Blanca Dioelia Perosa e Yamileth González, participaram da 12ª Conferência Nacional de Assistência Social, promovida – de forma virtual – pelo Conselho Nacional de Assistência Social, em dezembro. Com o tema “Assistência Social: Direito do povo e Dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”, a presença das promotoras teve o objetivo de representar os usuários migrantes e refugiados nas discussões de Políticas de Assistência Social, juntamente com entidades e governantes.

Blanca e Yamileth estiveram como delegadas representando o Coletivo de Usuários Migrantes da Assistência Social (REIDE), na conferência nacional, e participaram dos espaços deliberativos que propiciaram o debate e avaliação sobre a Política de Assistência Social. As promotoras comunitárias ressaltaram que a presença delas tem “o intuito de proteger e lutar pelos direitos sociais dos mais vulneráveis e, nesse caso, o pelo direito das pessoas migrantes e refugiadas”. Todas as moções propostas por elas foram aprovadas no evento.

Os dias de conferência foram de intenso trabalho, com integração dos diferentes segmentos que compõe o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que são: usuários, trabalhadores, entidades e governo. “Foi uma experiência muito grata para nós migrantes venezuelanas receber o acolhimento de todas as divisões que participam das plenárias e poder ser escutada e apresentar minhas colocações”, destacou Blanca Dioelia Perosa.

Conferências

Além da Conferência Nacional, Blanca e Yamileth participaram da 14° Conferência Municipal de Assistência Social de Porto Alegre/RS e da 14° Conferência e Estadual de Assistência Social do Rio Grande do Sul, que contou a participação de entidades como: Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS) e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

“Em todas as conferências nós recomendamos que sejam implementadas ações e serviços socioassistenciais que trabalhem no âmbito da prevenção e no atendimento às mulheres em situação de violência e à população LGBT+, em especial migrante e refugiada, além da facilitação do acesso a migrantes e refugiados ao aluguel social e outras políticas de habitação, através da flexibilização da burocracia, tendo em vista o grande número de migrantes residentes em ocupações irregulares”, finaliza Blanca.

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